Registrar é uma das mais importantes ações humanas desde o princípio dos tempos. E você tem Registrado seus textos, reflexões,observações?
Acompanhe a entrevista abaixo sobre o filme: Entre Os Muros da Escola
Laurent Cantet sabe que Entre os Muros da Escola é a sua obra-prima.Com a língua bretã treinada desde que deu início à correria, o realizador conversou com Zero Hora por telefone desde a capital paulista. Além de falar sobre educação com a experiência de quem ouviu relatos de centenas de alunos da periferia de Paris – de onde saíram muitas das histórias de Entre os Muros, sempre protagonizadas pelos próprios estudantes –, Cantet também conta, a seguir, detalhes da produção deste grande filme, desde o encontro fortuito no qual conheceu Bégaudeau até a consagração que tem obtido onde quer que o longa seja exibido.
Veja como é possível a Midia como um instrumento entre Escola-Família
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06/07/2009
Lançamento do Livro:
O que quer a Escola ?
Local: Leitura Mega BH Shopping
Educadores estão sendo convocados a legitimar seu lugar, falar com orgulho seu nome e profissão, não há mais tempo e espaço para queixas e lamúrias daquilo que não acontece. Onde há pessoas, há conflitos. A passividade de aguardar que o mundo se transforme para que depois eu faça minha parte pode comprometer toda uma geração de crianças, jovens e adultos.
Onde não há autoria, haverá plágio na omissão de gerações adultas, haverá crianças e jovens perdidos em busca de qualquer modelo que lhes apareça.
As escolas e as universidades precisam abrir suas portas e negociar sua “arrogância intelectual” do já sabemos, já tentamos, isso não dá certo... O momento é de abrir as portas. Deixar o Eu pelo Nós. É no mal-estar que construiremos uma educação humanizadora que conspira (respira com o outro) e (re)significa a instituição Escola como um espaço que está inserido em uma comunidade.
Jane Patrícia Haddad
Natural de São Paulo e residente em Belo Horizonte é formada em Pedagogia pela Pontíficia Universidade Católica de Minas Gerais, com Especialização em Psicopedagogia pela UNI-BH e Docência do Ensino Superior pela Newton de Paiva e formação em Psicanálise .
Sinopse:
Educadores estão sendo convocados a legitimar seu lugar, falar com orgulho seu nome e profissão, não há mais tempo e espaço para queixas e lamúrias daquilo que não acontece. Onde há pessoas, há conflitos. A passividade de aguardar que o mundo se transforme para que depois eu faça minha parte pode comprometer toda uma geração de crianças, jovens e adultos.
Onde não há autoria, haverá plágio na omissão de gerações adultas, haverá crianças e jovens perdidos em busca de qualquer modelo que lhes apareça.
As escolas e as universidades precisam abrir suas portas e negociar sua “arrogância intelectual” do já sabemos, já tentamos, isso não dá certo... O momento é de abrir as portas. Deixar o Eu pelo Nós. É no mal-estar que construiremos uma educação humanizadora que conspira (respira com o outro) e (re)significa a instituição Escola como um espaço que está inserido em uma comunidade.
Um livro para provocar um novo olhar, enxergar além da Onipotência e perceber nossa própria fragilidade humana. Uma oportunidade de (re)organizar nossos pensamentos, emoções e escolhas .
1. a autoridade que destrói
2. praticar a autoridade que constrói
3. a função do interdito
Parte II
por que a autoridade está em pane
4. uma sociedade adolescêntrica
5. medo do autoritarismo
6. qual o papel da escola?
Parte III
por uma autoridade de bons tratos
7. como considerar o tempo de educar em uma cultura
8. modelos de autoridade e princípio de autoridade
9. como fazer? rumo a uma autoridade de bons tratos
A autoridade se revela simultaneamente como um dos problemas mais antigos com os quais os homens se confrontaram e como uma das questões mais agudas da atualidade. Problema antigo, de fato, o da revolta do filho contra o pai, da insubordinação dos alunos que não querem aprender, da inquietude das sociedades acerca das novas gerações, que devem ser domesticadas e, ao mesmo tempo, emancipadas.
O imenso mérito de Gérard Guillot é nos oferecer, de maneira acessível e concreta, uma alternativa educativa original chamada ´autoridade de bons tratos´."
Philippe Meirieu Quem sabe nós Educadores não formularemos novas Perguntas sobre o que vem acontecendo no Mundo ?